A cor é luz, energia. Traz em sua substância o poder de renovar, embelezar, gerar bem-estar. Não é por outro motivo que a escolha das cores reflete sempre um estilo de vida. Usadas com equilíbrio e bom gosto são, como disse Picasso, um dos mais versáteis instrumentos à disposição de quem almeja o belo. Talvez por isso, a tendência mundial aponte hoje para o uso de cores variadas e intensas em moradias, prédios, cidades. Está decretado o fim da frieza dos espaços urbanos. Essa tendência deve-se em grande parte à indústria de tintas que, cada vez mais, oferece novos produtos para novas aplicações, acabamentos e texturas.
A luz interfere na cor. Ambientes iluminados com luz artificial apresentam cores menos fiéis do que quando iluminados com luz natural. Mesmo sob a luz natural, as tonalidades variam conforme a hora do dia ou as condições do tempo. Geralmente, as lâmpadas incandescentes reproduzem melhor as cores quentes, enquanto as luzes fluorescentes ressaltam as frias. Por exemplo, a cor vermelha (quente) apresenta tonalidade marrom se estiver sob uma luz fluorescente. Para clarear ambientes pequenos e pouco iluminados, recomenda-se a utilização de cores claras com tendência para o amarelo.
No Suvinil SelfColor, as mais indicadas são as de código F. Nas cores de linha, o Pérola, o Marfim e o Palha são os tons que permitem uma melhor distribuição de luz.
Você sabia que toda lâmpada tem uma capacidade de reprodução de cor?
Essa capacidade é medida pelo Índice de Reprodução de Cor (IRC), que varia de 0 a 100. Quanto mais alto o IRC, maior a fidelidade da lâmpada em reproduzir cores. Geralmente o IRC aparece no corpo das lâmpadas em forma de código e varia de acordo com o fabricante. Para saber o valor do IRC é preciso solicitar um folheto técnico ao fabricante.
Fonte: Tintas Suvinil
